Falhas em linhas de plantio na cultura do Milho

Olá amigos do agro 4.0! O sensoriamento remoto tem sido cada vez mais utilizado para o mapeamento de variações de desenvolvimento e estimativas de produções na agricultura. Seu uso vem sendo adotado com uma importante ferramenta para a aplicação e utilização de novos conhecimentos no meio rural, auxiliando o produtor nas estratégias de gerenciamento e tomada de decisão. Devido a sua grande importância na cadeia produtividade em todo o território nacional, hoje falaremos sobre a identificação de falhas nas linhas de plantio na cultura do milho.

A cultura de milho, muito diferentemente de várias outras, como arroz, feijão, soja e sorgo, são cultivados com relativamente pequeno número de plantas por unidade de área (hectare). Em virtude disso, a contribuição de uma planta para a composição final dos rendimentos de grãos é maior, ou seja, a perda de plantas, total ou parcial, na cultura do milho, em relação a uma perda de igual número nos outros cultivos referidos, causa prejuízo maior à produção (CRUZ, 2016).

O potencial produtivo de uma lavoura de milho é definido pelas condições oferecidas ao desenvolvimento das plantas, desde a semente até a colheita, sendo o período inicial de estabelecimento da cultura um dos maiores balizadores do potencial produtivo da lavoura.

O correto estabelecimento de uma lavoura de milho decorre de três aspectos principais:

  • Qualidade da semente
  • Manejo inicial, principalmente a operação da semeadura e
  • Condições do ambiente no entorno da semente, como a temperatura e a umidade do solo que possuem papel chave na velocidade de germinação e estabelecimento das plântulas.

A identificação e quantificação de falhas nas lavouras é de extrema importância para verificar a uniformidade da germinação, calcular as perdas e estimar produtividade. Além disso, ao mensurar a qualidade da operação realizada, podemos avaliar a necessidade de replantio, o que por sua vez influencia na produtividade.

Na agricultura convencional a forma para a detecção de falhas em linha de plantio é realizada manualmente, o que ocasiona erros consideráveis de estimativa e identificação. Com a chegada de tecnologias digitais, esta técnica tornou-se mais prática e assertiva, atualmente a mesma pode ser realizada com imagens geradas por sensores embarcados em drones ou por imagens de satélites. No entanto há um grande entrave nesta última técnica, pois os resultados obtidos geram estimativas grosseiras, superestimando ou subestimando os dados. Isso devido a constatação de que existem limitações do seu uso quanto as suas respectivas resoluções (espacial, temporal e radiométrica), além do alto custo de aquisição da imagem orbital, fator que afeta principalmente os pequenos produtores rurais.

A partir de fatores, comprovados por diversos artigos, de ganhos significativos os VANT (Veiculo Aéreo não Tripulado), são a alternativa ideal por serem capazes de aliar: menor tempo de respostas, maior capacidade de mapeamento, e redução considerável dos custos para a obtenção de um modelo eficaz de identificação de falhas em linha de plantio. O grande grau de precisão conseguido com as imagens levantadas com drones, aliado ao uso de algoritmos específicos e precisos para o setor permitem a fácil detecção das falhas, mesmo que a cultura ainda esteja jovem e permitem a correção pontual destas, possibilitando assim que os produtores possam rapidamente tomar alguma decisão e assim aumentar sua produção.

Ficou com dúvidas e/ou interessado em utilizar esta tecnologia para aumentar a produtividade e a lucratividade da sua lavoura de milho, entre em contato conosco.

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