Quatro pilares para a proteção de culturas!

Olá amigos do Agro 4.0! Buscamos gerar valor a vocês não só através das nossas soluções geradas pelo mapeamento aéreo com drones, mas também com conteúdo de qualidade aqui no blog da Dronagro. Nessa semana, vamos conversar sobre os quatro pilares para a proteção de culturas e suas tendências futuras. Boa leitura!

Biotecnologia

Segundo o dicionário, biotecnologia é o estudo e desenvolvimento de organismos geneticamente modificados e sua utilização para fins produtivos. A biotecnologia tornou as plantas mais eficientes frente a obstáculos a produção de alimentos, como pragas, doenças e condições climáticas adversas. Um exemplo disso são as plantas tolerantes a herbicidas como o glifosato e o glufosinato de amônio, que possibilitam o controle de plantas daninhas específicas que são concorrentes de água, luz e nutrientes da cultura instalada. Além disso, a biotecnologia trouxe a redução no número de aplicações de defensivos, contribuindo para a manutenção da biodiversidade, diminuição de abertura de novas áreas e na preservação ao meio ambiente. Novos genes seguem sendo desenvolvidos e aprimorados, e novidades tendem a surgir nessa área nas próximas safras.

Defensivos agrícolas

Defensivos agrícolas são ferramentas essenciais para proteção de culturas, pois combatem os agentes prejudiciais aos cultivos como plantas daninhas, pragas e doenças. Porém, o uso excessivo, doses elevadas e a ausência de rotação de princípios ativos geram indivíduos tolerantes ou até mesmo resistentes as moléculas. Segundo a CAST (2017), quando uma praga invasora ataca uma cultura vulnerável, ou seja, que só é protegida por um programa de aplicação de defensivos, as opções para melhorar o controle de pragas, são: desenvolver novos produtos e formulações, aperfeiçoar os métodos de aplicação, e administrar a resistência aos defensivos. Ainda segundo a CAST (2017), uma abordagem mais sustentável é criar uma cultura resistente semeando variedades resistentes, conservando os inimigos naturais e as espécies concorrentes, utilizando práticas culturais que minimizem a pressão das pragas (possivelmente através da libertação de espécies inimigas adicionais), aplicando defensivos que tenham efeitos secundários baixos e minimizando o desenvolvimento de pragas resistentes aos defensivos.

Agentes biológicos

O controle biológico de patógenos das plantas está se tornando uma ferramenta mais importante com a atual ênfase de sustentabilidade para a produção agrícola. Segundo a Embrapa, a premissa básica do controle biológico é controlar as pragas agrícolas e os insetos transmissores de doenças a partir do uso de seus inimigos naturais, que podem ser outros insetos benéficos, predadores, parasitóides, e microrganismos, como fungos, vírus e bactérias. Por ser um método de controle que não deixa resíduos nos alimentos, são inofensivos ao meio ambiente e a saúde da população. Os agentes mais conhecidos atualmente pertencem ao gênero Trichogramma, micro vespa utilizada no controle de lagartas em diversas culturas, ao gênero Beauveria, fungo entomopatogênico utilizado no controle da mosca branca e ao gênero Trichoderma, utilizado no controle de doenças como o mofo branco e podridão negra. Além desses, produtos destinados ao controle de doenças de solo como a Fusariose e a Podridão da raiz e nematóides já estão disponíveis no mercado. A tendência é que o controle biológico ganhe espaço no campo como ferramenta no controle de pragas e doenças e alternativa de controle para gerenciar a resistências aos princípios ativos presentes no mercado.

Agricultura digital e o mapeamento aéreo com drones

O agro vem passando por mais uma revolução, tornando-se cada vez mais digital, com informações disponíveis ao produtor rural cada vez mais rapidamente, decidindo o quê, quando e como fazer. A tendência é que cada talhão da fazenda tenha sua própria receita, ou seja, seu próprio programa de manejo de pragas e doenças, otimizando o uso de insumo, preservando a biodiversidade e reduzindo custos de produção.

Uma das ferramentas mais importantes nesse processo é o manejo integrado de pragas e doenças durante todas as fases da cultura. Já conversamos sobre a relação entre MIP e drones aqui no blog da Dronagro! Você pode conferir o texto aqui! Drones são capazes de sobrevoar grandes áreas em um curto espaço de tempo, identificando pontos onde há ocorrência de problemas que são observados à campo, e com base nessas informações, tomamos uma decisão sobre qual a melhor estratégia para combater o problema.

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